Por Mariani da Silva Hasse
29 de jun. de 2007
26 de jun. de 2007
Uma abordagem reflexiva sobre os resultados das avaliações com os alunos de 1ª a 4ª série da E. M. Professora Karin Barkemeyer
A qualidade da educação e do ensino, mais especificamente do Ensino Fundamental, tem sido foco de calorosas discussões entre os diversos protagonistas: os diretores, os professores e os especialistas em educação do nosso município.
Esta qualidade, sempre mensurada pelas avaliações como Prova Brasil, avaliação do I A S e outros.
Os resultados destas avaliações têm gerado no ambiente escolar em que atuamos inquietudes, desafios, frustrações e, em alguns momentos, até dúvidas sobre a fidedignidade dos resultados da nossa rede de ensino.
É de conhecimento de todos os envolvidos no processo de ensino e aprendizagem da nossa escola, os resultados das avaliações externas e internas da nossa instituição. Na Prova Brasil, a média da escola ficou acima da média da Rede Municipal de Joinville. E nas avaliações do I A S, em 2006, nossa escola apresentou resultados abaixo da média das escolas do município no que se refere à geometria e interpretação de textos, nas 3ª e 4ª séries.
No momento, nossos alunos de 1ª a 4ª série, (uma média de 40%, dados da avaliação do IAS, maio 2007) não só apresentam dificuldades para interpretar o que está implícito nos textos na avaliação externa, mas também nas avaliações da própria escola. Da mesma forma, apresentam dificuldade em Matemática, na área de geometria.
Diante destes resultados, procura-se acompanhar, traçar medidas de intervenção, orientar, assistir aulas, desenvolver projetos de leitura, realizar formação em serviço e auxiliar os professores em sua prática pedagógica. Esse trabalho é realizado com base nas necessidades de aprendizagem dos professores, que são sinalizadas durante as avaliações realizadas com os alunos, onde se percebe nitidamente que é nas áreas em que os alunos apresentam dificuldades que o professor necessita de aperfeiçoamento.
No entanto, percebe-se que estes poucos momentos de formação e de acompanhamento do trabalho do professor surtem um efeito ainda não satisfatório diante das exigências externas.
O fato é que, pelo menos nesta instituição, não basta o trabalho com os professores em suas dificuldades, mas também a organização do tempo e do espaço escolar.
De nada adianta traçarmos medidas, formar professores, reformular propostas, investir em recursos didáticos sofisticados, se o tempo que se tem com os nossos alunos é de 3 a 4 horas diárias, horas estas recheadas de atividades extras, que muitas vezes nem fazem parte do currículo escolar.
Conforme o destaque da educadora Emília Ferreiro, no texto lido para esta tarefa, “ a aprendizagem só ocorre se entrarem em cena os três elementos: os conteúdos que o alunos necessitam aprender, o aprendiz e os responsáveis por fornecer as condições necessárias à aprendizagem. Se os alunos apresentam baixo desempenho, a responsabilidade não é unicamente deles.”
Nesta perspectiva, encontra-se também no texto em estudo, uma reflexão muito importante, que aponta fatores que influenciam para uma boa qualidade do ensino: a formação inicial e continuada do corpo docente, a força do trabalho em equipe, o papel do diretor, a participação da comunidade, a importância da leitura, e, claro, o valor que a própria avaliação tem para melhorar o dia-a-dia da aprendizagem.
Não queremos, com estas palavras, levantar dúvidas, sobre a seriedade do trabalho e o comprometimento dos nossos professores, diretora e de toda equipe pedagógica da nossa escola, ao contrário, é visível o comprometimento, a responsabilidade, a solidariedade e o trabalho de equipe nesta escola, sempre voltada a um nível de exigência para a melhoria da qualidade de ensino e aprendizagem dos nossos alunos.
Uma prática que acontece em nossa escola e que consideramos muito positiva, é a observação dos dados que precisam ser melhorados, analisados com cuidado, e conseqüentemente, a discussão e a implantação de novas intervenções.
Consideramos nossos professores e toda a equipe pedagógica ótimos e comprometidos, apesar de, muitas vezes, nossa formação ser deficiente para os desafios atuais. No entanto, acreditamos que as angústias que surgem com os resultados das provas, são muito positivas e nos fazem refletir e procurar novos rumos.
Texto Reflexivo elaborado para a Reunião de Supervisores que aconteceu no dia 19 de junho, escrito por Zélia Janning com colaboração de Mariani da Silva Hasse, Supervisoras da Escola.
2ª etapa do Projeto: O Jovem Cientista no Micro -Macro Mundo dos Artrópodes

Nos dias 25 e 26 de junho de 2007 ocorreram as 1ª reuniões com os professores responsáveis pela 2ª etapa do andamento do projeto "O Jovem Cientista no Micro-Macro Mundo dos Artrópodes".
Durante as reuniões os alunos das 6ª B e C, 7ªD e B assistiram no auditório o vídeo "Animais Minúsculos" e responderam a um questionário sobre o mesmo. No vídeo ,os alunos puderam compreender o que são animais invertebrados, pragas, metamorfose,o que atrai pequenos animais para dentro das casas,animais dípteros e animais invertebrados saltadores.
Nas reuniões estiveram presentes as supervisoras, coordenadoras do projeto, o professor Guilherme Evaristo (Ciências),professores de Classe de 6 anos a 4ª série, professores de Matemática e Arte-Educação.
As reuniões ocorreram no Laboratório de Ciencias e os professores tiveram a 1ª experiência de observação e classificação de artrópodes que foi coordenado pelo professor Guilherme.
Com os professores de Matemática e Arte-Educação foram definidos os seguintes objetivos a serem alcançados até final de agosto:
- Objetivo Geral de Matemática:
Classificar, identificar e enumerar em forma de gráfico os diferentes tipos de artrópodes (aéreos, terrestres e aquáticos) encontrados nos meses de junho e julho,na área delimitada para estudos ao redor da escola. - Objetivo Geral de Arte-Educação:
Observar e registrar, através de imagens (fotografia, desenho, pintura ou escultura) as diferentes formas dos artrópodes ou de seu habitat.
No final deste período, os alunos deverão:
- Saber a definição do que são artrópodes;
- Saber diferenciar:
· Tuma de 6 anos: Saber que existem classes;
· 1ª e 2ª séries: Diferenciar os insetos das demais classes;
· 3ª e 4ª séries: Diferenciar as classes insetos, aracnídeos, crustáceos, quilópodes e diplópodes .
- Conhecer as principais características dos artrópodes;
- Escolher 1 artrópode para ser pesquisado (1 animal por turma).
Bom Trabalho!!!!!
Por Paola Hoffmann S. Gomes
25 de jun. de 2007
Prêmio Embraco de Ecologia - 15 anos

Após a oficina, o 15º Prêmio foi apresentado pelo presidente da Embraco Ernesto Heinzelmann.
No evento também estiveram presentes alunos das escolas vencedoras do ano de 2006, que participaram de uma homenagem pelos 15 anos e do lançamento do concurso de 2007.
A tarde foi encerrada com um coquetel para todos os convidados.
Por Aurea Vieira
O Mundo dos Artrópodes – Utilizando o Laboratório de Ciências
Aula do Projeto: "O Jovem Cientista no Micro-Macro Mundo dos Artrópodes."
A primeira aula foi na Sala Informatizada onde os alunos puderam aprender sobre todas as espécies.
Na segunda aula, depois da inauguração do laboratório, os alunos classificaram em uma tabela os artrópodes que analisaram no microscópio e na lupa.
O professor está estudando com os alunos das 7ª séries e 6ª C as características dos artrópodes.
Os Artrópodes (do grego arthros: articulado e podos: pés, patas, apêndices) são animais invertebrados caracterizados por possuírem membros rígidos e articulados. São o maior grupo de animais existentes, representados pelos gafanhotos (insetos), aranhas (arachnida), caranguejos (crustáceos), centopéias (quilópodes) e embuás (diplópodes).

Na segunda aula, depois da inauguração do laboratório, os alunos classificaram em uma tabela os artrópodes que analisaram no microscópio e na lupa.
O professor está estudando com os alunos das 7ª séries e 6ª C as características dos artrópodes.
Os Artrópodes (do grego arthros: articulado e podos: pés, patas, apêndices) são animais invertebrados caracterizados por possuírem membros rígidos e articulados. São o maior grupo de animais existentes, representados pelos gafanhotos (insetos), aranhas (arachnida), caranguejos (crustáceos), centopéias (quilópodes) e embuás (diplópodes).
Por Paola Hoffmann S. Gomes
Inauguração do Laboratório de Ciências da Escola Municipal Profª Karin Barkemeyer
Projeto: O Jovem Cientista no Micro-Macro Mundo dos Artrópodes
Totens
Características: Totem é uma palavra dos Peles Vermelhas e designa simplesmente o “Brasão” ou as “Armas” que a família traz. O “Brasão” era pintado ou cravado na maioria dos objetos usados pelo proprietário. As famílias dos Peles Vermelhas da América mandavam esculpir os seus Totens, quando podiam. Geralmente, eram altos pilares ou postes de cedro admiravelmente trabalhados. O “Brasão” ficava no elmo e em geral era um animal selvagem, ave ou peixe. Os índios tinham-no como talismã e acreditavam que velava por eles e os protegia.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre: http://pt.wikipedia.org/wiki/Totem
Em um trabalho da aula de Ensino Religioso, com a professora Sandra M. B. Oliveira, os alunos das 6ª séries D e E estudaram este símbolo e o totemismo. Neste estudo, eles perceberam que o meio ambiente está repleto de sinais que revelam o desejo de infinito e a procura pelo transcendente e entenderam, também, que existem outras crenças além daquelas que eles conhecem.
Por Aurea Vieira
19 de jun. de 2007
A importância da Mata Atlântica
Aulas do Projeto: "O Jovem Cientista no Micro-Macro Mundo dos Artrópodes."
As turmas de 3ª séries das professoras Elizangela Porfírio Costa e Vanderlene Dionisio Ribeiro estiveram na Sala Informatizada para assistirem a dois vídeos que falam da destruição da mata e as suas conseqüências. E em sala de aula trabalharam com textos, resolveram exercícios e discutiram. As turmas da professora Elizangela retornaram à sala informatizada para escreverem um texto final sobre a importância da floresta da Mata Atlântica e o ilustraram.
As turmas da Classe de 6 anos das professoras Mariane Valério Miranda e Josiane Giovanella escutaram histórias, conversaram e montaram cartazes que falavam da beleza, do encanto e da importância das árvores para as crianças e para os passarinhos.
As turmas de 3ª séries das professoras Elizangela Porfírio Costa e Vanderlene Dionisio Ribeiro estiveram na Sala Informatizada para assistirem a dois vídeos que falam da destruição da mata e as suas conseqüências. E em sala de aula trabalharam com textos, resolveram exercícios e discutiram. As turmas da professora Elizangela retornaram à sala informatizada para escreverem um texto final sobre a importância da floresta da Mata Atlântica e o ilustraram.

Por Aurea Vieira
Painel das árvores da Mata Atlântica
Aulas do Projeto: "O Jovem Cientista no Micro-Macro Mundo dos Artrópodes."
Em continuação ao estudo sobre a Mata Atlântica, cada turma da Classe de 6 anos, Aceleração e 1ª a 4 série estudou sobre uma espécie de árvore nativa. Além de lerem sobre a árvore, viram fotos, gravuras. A turma que tinha um exemplar de sua árvore plantada na escola foi visitar, outros alunos trouxeram sementes, folhas e frutos para os colegas conhecerem.
Então cada turma montou a sua árvore num painel e refletiram sobre “Como cada um pode contribuir para a preservação da Mata Atlântica”. Em textos coletivos ou frases colocaram idéia no papel sobre o que cada um pode fazer para que estas árvores e outras possam continuar a existirem em na nossa região.
Então cada turma montou a sua árvore num painel e refletiram sobre “Como cada um pode contribuir para a preservação da Mata Atlântica”. Em textos coletivos ou frases colocaram idéia no papel sobre o que cada um pode fazer para que estas árvores e outras possam continuar a existirem em na nossa região.
Por Aurea Vieira
O retrato da paisagem natural da nossa região
Aulas do Projeto: "O Jovem Cientista no Micro-Macro Mundo dos Artrópodes."
Depois da palestra sobre a Biodiversidade da Mata Atlântica, as turmas de 5ª Série da Professora Eliane Kiehn passaram a estudar sobre o desenvolvimento e a destruição da vegetação nativa.
Na primeira tarefa, após discussão sobre o crescimento do bairro e a destruição da vegetação nativa. (Lembrando que na disciplina de geografia estes alunos estudaram sobre o a mudança na paisagem causada pelo crescimento demográfico), os alunos desenharam como a paisagem como era há 500 anos (5ªA) , há 80 anos (5ªB)e há 20 anos (5ªC) e todos desenharam a paisagem da região com é hoje. Comparando os dois desenhos, cada aluno escreveu um texto reflexivo sobre como o a exploração dos recursos naturais e o avanço econômico poderia acontecer, mas ao mesmo tempo ter o a preservação das áreas naturais e dos recursos, mantendo o equilíbrio ecológico.
Depois da palestra sobre a Biodiversidade da Mata Atlântica, as turmas de 5ª Série da Professora Eliane Kiehn passaram a estudar sobre o desenvolvimento e a destruição da vegetação nativa.
Na primeira tarefa, após discussão sobre o crescimento do bairro e a destruição da vegetação nativa. (Lembrando que na disciplina de geografia estes alunos estudaram sobre o a mudança na paisagem causada pelo crescimento demográfico), os alunos desenharam como a paisagem como era há 500 anos (5ªA) , há 80 anos (5ªB)e há 20 anos (5ªC) e todos desenharam a paisagem da região com é hoje. Comparando os dois desenhos, cada aluno escreveu um texto reflexivo sobre como o a exploração dos recursos naturais e o avanço econômico poderia acontecer, mas ao mesmo tempo ter o a preservação das áreas naturais e dos recursos, mantendo o equilíbrio ecológico.
Por Aurea Vieira
Uma oração em defesa dos Pequenos Animais
Projeto: "O Jovem Cientista no Micro-Macro Mundo dos Artrópodes."
O trabalho das turmas de 5ª série sobre os direitos dos animais, na disciplina de Ensino Religioso, partiu de reflex
ões que a professora Sandra M.B. Oliveira realizou em sala de aula. Os alunos tiveram pensar sobre o dia-a-dia e anotar situações que percebiam que pequenos animais eram ameaçados ou agredidos, sem uma justa causa e quais atitudes são necessárias para o cuidado e preservação destes animais.
Então a professora deu uma aula explicando o que são símbolos, logotipos e ilustrações. Com este conhecimento os alunos tiveram que criar um símbolo de defesa dos animais.
Com o símbolo pronto, os alunos estudaram sobre o que é uma oração e criaram orações em defesa dos pequenos animais.
O trabalho das turmas de 5ª série sobre os direitos dos animais, na disciplina de Ensino Religioso, partiu de reflex

Então a professora deu uma aula explicando o que são símbolos, logotipos e ilustrações. Com este conhecimento os alunos tiveram que criar um símbolo de defesa dos animais.
Com o símbolo pronto, os alunos estudaram sobre o que é uma oração e criaram orações em defesa dos pequenos animais.

Por Aurea Vieira
A Declaração Universal dos Direitos dos Animais
Projeto: "O Jovem Cientista no Micro-Macro Mundo dos Artrópodes."
Aqui na escola, todos os alunos já sabem que os animais têm direitos garantidos pela declaração Universal dos Direitos dos Animais. Todos tiveram oportunidade de ler e discutir esta declaração. Mas para registrar e entender melhor cada um deles os direitos foram desenvolvidas várias atividades:
Profª: Glynis Helena Behrend
1ª Série B e C:
O que fizemos:
Assistimos ao filme: Lucas, um intruso no formigueiro ( Ant Bully, EUA, 2006)Ouvimos e conversamos sobre os quatorze artigos da Declaração Universal dos Direitos dos Animais no site: http://www1.uol.com.br/ecokids/diranima.htm
Profªs: Isabel Cristina Barbosa e Josiane Giovanella
2ª Série C e D
O que fizemos:
Profªs: Josiane Giovanella e Mariane Valério Miranda
Turmas da Classe de 6 anos J e M
O que fizemos:
Profª: Sheial Cristina Z. Giugno
2ª Série A eB
O que fizemos:
Aqui na escola, todos os alunos já sabem que os animais têm direitos garantidos pela declaração Universal dos Direitos dos Animais. Todos tiveram oportunidade de ler e discutir esta declaração. Mas para registrar e entender melhor cada um deles os direitos foram desenvolvidas várias atividades:
Profª: Glynis Helena Behrend
1ª Série B e C:
O que fizemos:
Assistimos ao filme: Lucas, um intruso no formigueiro ( Ant Bully, EUA, 2006)Ouvimos e conversamos sobre os quatorze artigos da Declaração Universal dos Direitos dos Animais no site: http://www1.uol.com.br/ecokids/diranima.htm
Profªs: Isabel Cristina Barbosa e Josiane Giovanella
2ª Série C e D
O que fizemos:
- Assistimos ao filme: Lucas, um intruso no formigueiro ( Ant Bully, EUA, 2006)
- Lemos discutimo os quatorze artigos da Declaração Universal dos Direitos dos Animais no site:
http://www1.uol.com.br/ecokids/diranima.htm - Por isso, agora queremos dar um recadinho ao Lucas, sobre os Direitos dos Animais...
Profªs: Josiane Giovanella e Mariane Valério Miranda
Turmas da Classe de 6 anos J e M
O que fizemos:
- Assistimos ao filme: Os Sem-Florestas (Over the Hedge, EUA, 2006)
- Ouvimos e conversamos sobre os quatorze artigos da Declaração Universal dos Direitos dos Animais no site: http://www1.uol.com.br/ecokids/diranima.htm
- Aprendemos que todos os animais têm direitos e precisamos respeitar.
- Depois desenhamos o que aprendemos:
Profª: Sheial Cristina Z. Giugno
2ª Série A eB
O que fizemos:
- Assistimos ao filme: Lucas, um intruso no formigueiro ( Ant Bully, EUA, 2006)
- Lemos e discutimos os quatorze artigos da Declaração Universal dos Direitos dos Animais no site:
http://www1.uol.com.br/ecokids/diranima.htm - E aprendemos que...
Paródias e Cartazes sobre os Direitos dos Animais

Para finalisar a reflexão sobre os Direitos dos Animais a professora Sandra M. B. Oliveira ,de Ensino Religioso, confeccionou um cartaz comunitário com todos os alunos das 8ª e 7ª séries.Cada um dos alunos desenhou um artrópode e colou no cartaz que tinha como frase principal “ A força dos pequenos traz vida para o mundo!”
Os alunos vão gravar um cd com as paródias mais “bacanas” e apresentá-las em eventos relacionados ao projeto”O Jovem Cientista no Micro-Macro Mundo dos Artrópodes”.
Os alunos vão gravar um cd com as paródias mais “bacanas” e apresentá-las em eventos relacionados ao projeto”O Jovem Cientista no Micro-Macro Mundo dos Artrópodes”.
Por Paola Hoffmann S.Gomes
Nativo ou Exótico
Aula do projeto : " O Jovem Cientista no Micro-Macro Mundo dos Artrópodes".
As 6ª séries passearam na escola e pesquisaram com as prfessoras Eliane Kiehn, Aurea Vieira e Paola Hoffmann sobre as árvores nativas e exóticas que encontramos na nossa escola.
Primeiro os alunos tiraram fotos das árvores, descreveram-nas e descobriram os seus nomes.Em seguida numeraram as árvores e pesquisaram sobre a importância de plantarmos árvores nativas e não exóticas.
“Nós saímos da sala e fomos tirar uma foto no pátio da escola com algumas árvores. A nossa foi a goiabeira. O seu galho é fino e tem muitas folhas .Ela tem um verde muito claro e muito brilhante.A goiabeira não chega a grandes altitudes.Ela é jovem e se vocês observarem, nela foram encontradas larvas. Ela já foi podada três vezes e é muito conhecida por todos. Se observamos ao redor da nossa escola e da nossa casa, existe muito verde e também muitas árvores e tudo é deve ser bem cuidado para o bem da natureza.É uma árvore frutífera, nativa da Mata Atlântica,ou seja,que nascem naturalmente na região e que não foram trazidas de outros países ou regiões muito distantes.”
Primeiro os alunos tiraram fotos das árvores, descreveram-nas e descobriram os seus nomes.Em seguida numeraram as árvores e pesquisaram sobre a importância de plantarmos árvores nativas e não exóticas.
“Nós saímos da sala e fomos tirar uma foto no pátio da escola com algumas árvores. A nossa foi a goiabeira. O seu galho é fino e tem muitas folhas .Ela tem um verde muito claro e muito brilhante.A goiabeira não chega a grandes altitudes.Ela é jovem e se vocês observarem, nela foram encontradas larvas. Ela já foi podada três vezes e é muito conhecida por todos. Se observamos ao redor da nossa escola e da nossa casa, existe muito verde e também muitas árvores e tudo é deve ser bem cuidado para o bem da natureza.É uma árvore frutífera, nativa da Mata Atlântica,ou seja,que nascem naturalmente na região e que não foram trazidas de outros países ou regiões muito distantes.”
Lucas Tomkiel e Gabriel K. Carvalho
Por Paola Hoffmann S. Gomes
A Mata Atlântica e seus diferentes ecossistemas.


Aulas do projeto: O Jovem Cientista no Micro-Macro Mundo dos Artrópodes".
Os alunos das 7ª séries e da 6ª C tiveram a oportunidade de perceber , juntamente com o professor Guilherme Evaristo, que na Vila Nova encontramos basicamente três ecossistemas da Mata Atlântica:Floresta Ombrófila Densa de Terras Baixas;Floresta Ombrófila Densa Sub-montana e Floresta Ombrófila Densa Montana.Aula esta que foi apresentada na sala informatizada.
Depois de saberem um pouco mais sobre os ecossistemas os alunos foram a campo fazer uma identificação das árvores mais encontradas nestes três ecossistemas. Primeiro os alunos passearam ao redor da escola para conhecer uma Floresta Secundária Ombrófila de Terras Baixas e suas características, semanas depois, foram nas cachoeiras do Piraí aprender sobre as características das Floresta Ombrófila Densa Sub-montana e Floresta Ombrófila Densa Montana.
Por Paola Hoffmann S. Gomes
Mata Degradada - Estágios Sucessionais da Mata Atlântica.


Aula do Projeto: O Jovem Cientista no Micro-Macro Mundo dos Artrópodes".
Os alunos das 8ª séries foram a campo observar que a mata, depois de degradada, se regenera. Eles puderam perceber que nos arredores da Escola M. Profª Karin Barkemeyer, existia uma floresta primária que foi desmatada para a construção de casas e loteamentos e tornou-se uma área degradada.
As áreas degradadas são áreas onde nascem gramíneas onde a mata inicia a sua fase de regeneração espontânea. Puderam perceber, com o auxílio das professoras Eliane Kiehn e Paola Hoffmann S. Gomes ,a diferença entre Florestas Primária e Secundária e analisaram os estágios de regeneração da mata, que são: capoeirinha, capoeira e capoeirão.
As áreas degradadas são áreas onde nascem gramíneas onde a mata inicia a sua fase de regeneração espontânea. Puderam perceber, com o auxílio das professoras Eliane Kiehn e Paola Hoffmann S. Gomes ,a diferença entre Florestas Primária e Secundária e analisaram os estágios de regeneração da mata, que são: capoeirinha, capoeira e capoeirão.
Por Paola Hoffmann S. Gomes
Estudo da bússola e da Rosa dos Ventos.

Um estudo mais aprofundado da bússola e da Rosa dos Ventos foi o que fizeram as turmas das 6ª séries. Foi através deste estudo que os alunos puderam perceber que existe o norte magnético e o geográfico e comprovar a inclinação da terra.
O núcleo da terra permanece em constante fusão gerando correntes de lava que fluem na camada mais externa do núcleo.Estas correntes de material ferroso geram um campo magnético, mas os pólos deste campo não coincidem com os verdadeiros pontos norte e sul do eixo de rotação da Terra.
As 5ª séries desenharam e estudaram a fundo a Rosa dos Ventos.
O núcleo da terra permanece em constante fusão gerando correntes de lava que fluem na camada mais externa do núcleo.Estas correntes de material ferroso geram um campo magnético, mas os pólos deste campo não coincidem com os verdadeiros pontos norte e sul do eixo de rotação da Terra.
As 5ª séries desenharam e estudaram a fundo a Rosa dos Ventos.
Por Paola Hoffmann S. Gomes
Maquete do Bairro Vila Nova

Os alunos das 8ª séries conseguiram terminar o grande mapa do Bairro Vila Nova com a ajuda das professoras denise de Fátima, Paola Hoffmann S. Gomes e Aurea Vieira.
Todos os alunos de 5ª a 8ª séries colaram as suas casas no grande mapa formando uma maquete da região. A utilização do estudo da escala e das projeções cartográficas foram as informações mais utilizadas pelos alunos das 8ª séries para miniatura da região.
Por Paola hoffmann S. Gomes
18 de jun. de 2007
Localização
Aula do projeto: O Jovem Cientista no Micro-Macro Mundo dos Artrópodes.
Para que seus alunos compreendessem sobre como se localizarem no bairro, as professoras criaram atividades desafiadoras e envolventes:
- As turmas da Classe de 6 anos das professoras Josiane Giovanella e Mariane da Silva Hasse, tiveram que desenhar as suas casas e a escola, e ainda descobrir em qual lado da escola moram: em frente, ao lado ou atrás.
O bairro Vila Nova ontem e hoje
Aula do projeto: O Jovem Cientista no Micro-Macro Mundo dos Artrópodes.
“O bairro Vila Nova tem origem no início da
colonização de Joinville; Através de uma picada que ligasse a serra a antiga (Joinville)
Colônia, à Curitiba que iniciou-se o crescimento demográfico;
Outro fato que levou a Colônia a expandir-se está ligado a utilização de algumas “picadas” já existentes, em geral no sentido Rio Cachoeira-Serra do Mar, através de riachos que apresentavam determinada profundidade navegável;
A atual Rua XV de Novembro situada no Bairro Vila Nova, no início da colonização recebeu a denominação de Estrada do Sul e há pouco tempo é conhecida pelo atual nome.”
Esta é um pouqo da história do bairro que os alunos de 5ª série, da Profª Denise de Fatima F. F. da Silva, descobriram. Os alunos entrevistaram antigos moradores do bairro, pesquisaram em livros e na Internet, coletaram fotos e assim compreenderam como aconteceu a colonização da região, quando diminuiu sua área rural e teve o crescimento urbano.
A professora também levou os alunos até a Sala Informatizada e no site do IBGE estudaram sobre o que é e como acontece crescimento demográfico.
“O bairro Vila Nova tem origem no início da
Outro fato que levou a Colônia a expandir-se está ligado a utilização de algumas “picadas” já existentes, em geral no sentido Rio Cachoeira-Serra do Mar, através de riachos que apresentavam determinada profundidade navegável;
A atual Rua XV de Novembro situada no Bairro Vila Nova, no início da colonização recebeu a denominação de Estrada do Sul e há pouco tempo é conhecida pelo atual nome.”

A professora também levou os alunos até a Sala Informatizada e no site do IBGE estudaram sobre o que é e como acontece crescimento demográfico.
Construindo um Domo Geodésico.

Aula do projeto: " O Jovem Cientista no Micro-Macro Mundo dos Artrópodes".
Os alunos das 4ª séries também tiveram a oportunidade de perceber que existem várias maneiras de projetar o Globo Terrestre e tiveram a oportunidade de montar o Domo Geodésico de Fuller , com as professoras Paola Hoffmann S. Gomes e Aurea Vieira, que é uma das várias maneiras de projetar cartograficamente o planeta terra.
Por Paola Hoffmann Schuetzler Gomes
Escoteiros na Escola.
Aula do projeto: "O Jovem Cientista no Micro-Macro Mundo dos Artrópodes".
O Grupo de Escoteiros Príncipe de Joinville complementou o trabalho de geografia da professora Denise de Fátima com uma tarde recreativa e educativa.
Foram realizadas atividades de socialização e companheirismo em um sábado a tarde bastante ensolarado com os escoteiros e a professora Paola Hoffmann S. Gomes. Os alunos , das 6ª séries, iniciaram as brincadeiras bastante tímidos e ao final do dia todos estavam socializados e contentes.
Os escoteiros informaram os alunos sobre segurança, fizeram atividades práticas com água, bola e canções e ensinaram os alunos a usar a bússola.
Obrigada ao senhor Kunde e a todos os escoteiros e alunos que participaram deste dia.

Foram realizadas atividades de socialização e companheirismo em um sábado a tarde bastante ensolarado com os escoteiros e a professora Paola Hoffmann S. Gomes. Os alunos , das 6ª séries, iniciaram as brincadeiras bastante tímidos e ao final do dia todos estavam socializados e contentes.
Os escoteiros informaram os alunos sobre segurança, fizeram atividades práticas com água, bola e canções e ensinaram os alunos a usar a bússola.
Obrigada ao senhor Kunde e a todos os escoteiros e alunos que participaram deste dia.
Por Paola Hoffmann Schuetzler Gomes
14 de jun. de 2007
Dia do Desafio
A escola também participou do Dia do Desafio. No dia foi feito caminha e ginástica aeróbica.

Para saber mais sobre o dia do desafio, acesse: http://www.sescsp.org.br/sesc/hotsites/diadodesafio/index.htm

“A adoção de um estilo de vida mais saudável e socialmente participativo constitui a primeira finalidade do Dia do Desafio. O evento incentiva cidades dos cinco continentes a promover a prática de atividade física diária, ressaltando sua importância para a manutenção da saúde. O Dia do Desafio propõe que as pessoas interrompam sua rotina e pratiquem durante 15 minutos qualquer tipo de atividade física. Neste dia, cidades do mesmo porte estabelecem uma saudável competição como estimulo à participação. Os grandes vencedores são os cidadãos que, além do corpo exercitam também a integração social, a criatividade, a liderança e o espírito comunitário. Neste ano, o dia do Desafio aconteceu no dia 30 de maio, com o tema central ESPORTE POR UMA COMUNIDADE ATIVA, que incentivou a mobilização das cidades participantes para adoção de ações permanentes para a construção de uma comunidade mais ativa.” (http://www.sesc-sc.com.br/assistencia/?c=projeto&p=57)
Para saber mais sobre o dia do desafio, acesse: http://www.sescsp.org.br/sesc/hotsites/diadodesafio/index.htm
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